Tags
Turma limpinha, cheirosinha, let´s go to the Mansion. Alessandro, um italiano que aproveitou pra morar aqui no Hostel, descolou as VIPs, então vamos aproveitar.

Brasil 1, Japão 1, Itália 3

Flyer agora mudou de formato, virou pulseira
17 sexta-feira jul 2009
Posted in Planos
Tags
Turma limpinha, cheirosinha, let´s go to the Mansion. Alessandro, um italiano que aproveitou pra morar aqui no Hostel, descolou as VIPs, então vamos aproveitar.

Brasil 1, Japão 1, Itália 3

Flyer agora mudou de formato, virou pulseira
13 segunda-feira jul 2009
Posted in Aconteceu
Fiz meu primeiro amigo. Uma mini Iguana, igual a dezenas que eu vi pelo caminho.

Aproveitei pra ver como funciona a divulgação do pagamento por telefone deles. Não é publicidade, é serviço. É feinho, mas será que funciona? Depois vou testar e conto aqui.


Bayshore Marina
A Bayshore Marina tinha meia dúzia de carros rebocando seus barcos, até que é pouco para um domingão ensolarado. Se fosse a represa de Guarapiranga (affe, que diferença) tinha fila pra tirar o barquinho da água. E não ia estar rolando um som latino, ia estar tocando Calypso, argh.
Mas a tranquilidade impera. Não tem como comparar com dia de semana, que verei amanhã, mas não havia mais que 2 carros enfileirados em cada semáforo. Sem falar que realmente as placas de STOP funcionam. Eu já sabia disso, mas é sempre bom lembrar. Mesmo não havendo uma alma na rua, os caras param. Alguns reduzem quaaase totalmente a velocidade, mas mesmo assim é muito diferente de onde vim.
O calor estava uma delícia, realmente 30 graus na sombra, bom pra quem saiu de 10 graus na noite anterior em Sampa.
Depois da Marina, fui pelas quebradas tentar achar o tal Cocowalk. Uma anotação tosca como essa não poderia dar certo. Me perdi, pra variar….

Fui por dentro, tava sol, deu fome. Parei pra primeira refeição. Super hiper balanceada, claro.

Olha a cara do mané quando chegou. Foi dormir 1 da manhã, acordou as 4, pegou o taxi as 4 e meia, o busão as 5, o avião as 7, dormiu meia hora, e agora tá aí, com essa palidez digna do Thriller (ao vivo).

Cara de cocô de tanto andar (nem foi tanto assim...)
Veja a vista do tal lugar de turista.

Vista do Johny Rockets, em frente ao Cocowalk
Tomei meu suco, e como disse o Hélio, não adianta viver se não tiver chance de contar. Tem que ter foto. Pedi então à simpática garçonete Tiffany que fizesse uma foto minha. Tosquice total. Já deve estar no treinamento de garçonete, então a mina fez a foto.

A gringa fez a foto e pediu pra eu levá-la comigo pra revelar no quarto escuro. Que abuso!

Tirando o deboche dos pedidos que eles não curtiam, os caras mandam muito bem no Crazy Piano.
Mas quando tudo parecia ter acabado, notei um lugar animado no primeiro andar do tal CocôWalk, então fui lá conferir. Eram umas barangas falando alto, mas o lugar era bacana. Tinha 2 pianos (fake, eram pianos com teclados dentro) e assim que cheguei os caras começaram a tocar. Muito bons os gringos, bons mesmo. Elton John, e outras coisas que não conhecia. Mas muito metidos. Quando alguém pedia uma música que eles não gostavam, debochavam e tocavam 10 segundos, zoando. Quando fizeram isso com o John Mayer notei que o cara não é tão querido aqui.
“I´ll give U$ 1,00 to stop playing ‘your body is a wonderland’ ” – dizia o carinha.
Muito escroto. Se não gosta, então não toca.
Depois antes de ir embora, fiz umas fotinhos abrindo ao máximo o obturador da Sony pra fotógrafos leigos (feita pra mim) mas não gostei do resultado. Da próxima vez levo a trambolhona da Canon. Sim, eu trouxe as duas pois filmar com a Canon é ótimo, fica igual DVD. Será que eu consigo filmar o show?
Mais fotos no Flickr.